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12 de fev. de 2011

Estudando os Chakras -n.6 - Ájña



Ájña
(Por Márcio Silva e Miliane Tahira) 


O chakra do comando situa-se no intercílio. É de forma circular, como a Lua, e belamente branco.
No centro do lótus aparece um triângulo invertido vermelho, simbolizando a yoni e, no meio do triângulo, um lingam branco. Rodeando o chakra, duas pétalas luminosas.
 O bíja mantra desse centro é o Om, considerado o melhor objeto de meditação.
O nome do mantra é pranava, que significa veículo do prána.
Meditando nesse centro, o yogin \"vê a luz, como uma chama incandescente.
Fulgurante como o sol matutino claramente brilhante, reluz entre o céu e a terra.\"

O ájña está ligado ao plexo cavernoso e à glândula pituitária (hipófise), que segrega a endorfina (hormônio 200 vezes mais forte que qualquer tranqüilizante).
A prática da meditação estimula a secreção de endorfina, causando uma agradável sensação de bem-estar. Este centro é o berço da intuição, do pensamento, do conhecimento, do orgulho intelectual, a soberba e fenômenos paranormais como clarividência e telepatia.
Corresponde aos tattwas manas, buddhi e ahamkára (a mente racional, a mente superior e o eu nocional). Latências: relaciona-se com determinação e força de vontade, autocontrole, paciência, capacidade de perdoar e bem-aventurança.

11 de fev. de 2011

Estudando os Chakras. n.5 - Vishuddha




Vishuddha

Vishuddha significa o grande purificador. Esse centro fica no plexo laríngeo, na região da garganta.
Está relacionado com as glândulas tireóide e paratireóide, que regulam o metabolismo e com o ar vital udána, que distribui energia na área da garganta e nos membros.
É prateado e possui dezesseis pétalas de cor púrpura escuro ou cinza.
No seu pericarpo, um círculo branco, resplandecente como a Lua Cheia, representa o elemento espaço (ákásha), inscrito em um triângulo invertido da mesma cor.
No seu centro vibra o bíja mantra Ham.
Correspondências emocionais: afeto, tristeza, respeito, devoção, contentamento, lamento.
Através do massageamento destas glândulas estimulamos o centro da garganta, sede do dom da palavra, a eloqüência, o conhecimento e a clariaudiência, a audição paranormal.

10 de fev. de 2011

Estudando os Chakras -n 4. Anahata



Anáhata
(Por Miliane Tahira e Márcio Silva)


Anáhata chakra significa o som não produzido.
O nome refere-se ao som do coração, que não é provocado por percussão, nem pelo choque de duas coisas, como no caso da música, senão que é um som que surge do interior.
Relacionado ao plexo cardíaco e ao
timo, a glândula responsável pelo funcionamento do sistema imunológico, este centro
de energia tem doze pétalas vermelho escuro que rodeiam circularmente dois
triângulos superpostos de cor cinza. Os triângulos formam um yantra de seis pontas,
símbolo do elemento ar (bhúta váyu). No centro deste yantra pulsa o bíja mantra Yam.
Nele aparece novamente o lingam, indicando a presença de um granthi.
Os granthis são nós ao longo da sushumná nádí, válvulas de segurança
e ao mesmo tempo obstáculos para a ascensão da energia.
As cores relacionadas com esse centro são verde e rosa.
O anáhata chakra é a sede do váyu, o ar vital chamado prána, que está localizado no plexo cardíaco,
 na altura do coração.
Sentimentos como o amor estimulam positivamente o timo, aumentando a capacidade imunológica.
Não é à toa que os chimpanzés batem instintivamente no peito como forma de manifestar alegria: estão massageando o timo.
Os laços afetivos fortalecem o sistema imunológico,
é por isto que pessoas solitárias podem ser mais propensas a ficar doentes.
Os samskáras relativos a este centro são: arrogância, vaidade extrema, depressão, desespero, egoísmo, avareza, hipocrisia, tendência à discussão, ansiedade, desgosto.
No aspecto positivo: esperança, positividade, altruísmo, preocupação com os outros, contrição, pensamento profundo, amor, afeição, auto-estima, arrependimento.










 











9 de fev. de 2011

Estudando os Chakras n.3 -MANIPURA

 

Manipura
(Por Miliane Tahira e Márcio Silva)
A cidade da jóia fica na região do umbigo. Distribui o ar vital samána, está associado ao plexo epigástrico, ao pâncreas e ao elemento fogo (tejas), a força expansiva e calórica.
Tem dez pétalas azuis, dentro das quais aparece um triângulo vermelho-alaranjado, representando novamente a yoni. O bíja mantra deste chakra é Ram.
Está associado às relações interpessoais, ao ego, ao poder, bem como a distribuição de energia pelo corpo. Poderia ser considerado o chacra mediador, pois está entre o primários, mas faz a conexão com os demais centros por esta distribuição de energia vital.
O manipura chakra determina indivíduos enérgicos, coléricos ou com disposição para a liderança.
As latências subconscientes que correspondem ao centro do umbigo são: raiva, irritabilidade, fascinação, ódio, medo, timidez, crueldade, inveja, ciúme, apego cego, melancolia, letargia e ânsia de poder.
Como está associado a energia geradora de vida, o sol, ganha o nome de plexo solar e é representado pelo cor amarela. Assim como essa fonte natural geradora de vida, pode ter função geradora, mantenedora ou destruidora, dependendo da intensidade como for trabalhada!

8 de fev. de 2011

Estudando os Chakras - n.2 - Swádhisthána

Swádhisthána
(Por Miliane Tahira e Márcio Silva)




O fundamento de si próprio, de cor branca azulada, está localizado na raiz dos órgãos genitais,
 quatro dedos abaixo do umbigo. Assim como o múládhára, distribui o apána váyu.
Associa-se às gônadas, glândulas sexuais, correspondendo ao plexo prostático.
Possui seis pétalas vermelhas, dentro das quais aparece uma Lua Crescente, que simboliza o elemento água (apas).
Sobre ela pulsa o bíja mantra Vam.
Simbolicamente está relacionado a energia geradora, ou seja, a tudo que se relaciona ao princípio criativo. A cor associada a este centro é a laranja.
Quando este chakra está hiperativo, determina indivíduos intuitivos, sensíveis e com tendência à introversão. As tendências subconscientes inerentes ao swádhisthána são: desdém, estupor, abandono, indulgência excessiva, desconfiança, medo, indiferença e sensualidade.

7 de fev. de 2011

Estudando Chakras - n. 1- Muladhara



Múládhára  : Chakra de base ou de raíz
(Por Miliane Tahira e Márcio Silva)

Corresponde ao plexo sacro, na base da coluna, distribui o ar vital chamado apána.
Está associado às glândulas supra-renais, que segregam a adrenalina (responsável pela ação de defesa/ataque do organismo).
Vinculado às sensações, ou seja, a percepção mais concreta de tudo e do todo, a necessidade de ação.  Múládhára significa suporte da raiz.
Esse lótus aparece circundado por quatro pétalas vermelhas.
Inscrito nesse círculo de pétalas, um quadrado da cor do açafrão, que representa o elemento terra (prithiví). Dentro dele, um triângulo avermelhado invertido, símbolo da yoni, órgão sexual feminino, princípio da fertilidade.
No triângulo aparece o lingam, fundamento criador masculino, que brilha como um diamante.
 Em forma de serpente, enroscada três vezes e meia em torno do lingam, jaz adormecida kundaliní, a energia latente.
Não é casualidade essa região ser chamada sacra, que significa sagrada em latim.
O bíja mantra, som que ativa esse centro, é Lam.
Um indivíduo que viva sob a predominância deste chakra tenderá a ser céptico e pragmático. As latências mentais associadas ao chakra são: ilusão, cólera, avareza, desejo, sensualidade, territorialidade, instinto de sobrevivência, possessividade, temor e preocupação excessiva com o próprio corpo.

6 de fev. de 2011

Estudo dos Chakras - Introdução

 
                Energia e estudo dos Chakras

            Por: Márcio Silva e Miliane Tahira

  

Os chakras são os centros de captação, armazenamento e distribuição de prána no corpo.Ou, melhor dizendo, são vórtices
de energia, centros onde se encontram e condensam as mesmas. Literalmente, chakra significa roda, disco ou círculo.
Também recebem o nome de padma ou lótus.
Eles estão unidos entre si pelas nadís, os canais da força vital, ou rede de circuito elétrico co corpo , como as pérolas de um colar.
A aparência desses chakras é circular, brilhante, como pequenos CDs, de quatro ou cinco dedos de largura, que giram
vertiginosamente. O elemento que corresponde a cada chakra determina a sua cor.
Cada um tem um bíja mantra, isto é, um som semente, ao qual responde quando é estimulado.
Representam-se com um número definido de pétalas, sobre as quais aparecem inscritos fonemas do alfabeto sânscrito,
os bíjas menores, que simbolizam as manifestações sonoras do tipo de energia de cada chakra.
Dessa forma, cada fonema estimula uma pétala definida de um chakra.
Cada chakra tem igualmente uma deidade e uma shaktí, com diferentes nomes, atributos, emblemas, etc.
Isso não significa que existam no corpo sutil pequenas imagens de deusas e deuses cheios de braços e cabeças,
e armados até os dentes, assim como não há neles diagramas geométricos ou animais imaginários.
São símbolos das propensões e latências samskâricas - conjunto das tendências subconscientes, de caráter inato e hereditário.



Por que estudar os chakras?

Dentro da linha energética, com a qual trabalhamos no método tarhira se faz necessária uma consciência de que energia
 mobilizamos em nossa prática e como estamos nos relacionando com essa percepção vital.
A desintegração o uso inadequado dessas correntes ou canais pode levar a doenças físicas ou psíquicas, mas a prática
responsável de atividades que visem integrar tais campos, conduz a uma vivência de satisfação e bem estar!!!!

 Dessa forma, a dança do ventre ou as terapias alternativas, quando utilizadas com essa consciência, despertam o
indivíduo de forma integral, favorecendo a saúde e a integração cósmica.