" Dentro de cada árvore mora um espírito protetor que tem a forma de uma linda mulher, são as Dríades (...)"
( in, Bosque dos Carvalhos Uivantes, 2019)
Dríades, Fada, Ondinas e outros seres elementais estarão inspirando nossa dança este.semestre a partir do Projeto " Será Elementais e o Inconsciente Feminino"
30/07/2019 inicia o nosso novo projeto de dança do ventre!
Aguardamos vocês!
Informações no cartaz!!!!👆
29 de jul. de 2019
28 de jul. de 2019
Evento: O (Uni)verso Feminino em expansão
Nona Coreografia: O ( Uni)Verso Feminino em Expansão
Composição coreografica: Miliane Tabira
Bailarina: Miliane Tahira
Fotografia Adeloya Magnoni
( "Quando os corações dos puros amam
Cala a imensidão, o espaço
E a eternidade ergue seu véu
Cala a imensidão, o espaço
E a eternidade ergue seu véu
Todas as coisas vivas se aquecem
Todos os olhos se iluminam
Com a luz de um outro céu
Todos os olhos se iluminam
Com a luz de um outro céu
Corações selvagens
Quando batem de paixão
Acorda toda natureza
Fazem a vida renascer
Quando batem de paixão
Acorda toda natureza
Fazem a vida renascer
Florestas que queimaram
Voltam a se vestir de verde e flor
E as fontes que secaram
Ressuscitam ribeirões
Voltam a se vestir de verde e flor
E as fontes que secaram
Ressuscitam ribeirões
Corações selvagens
Quando ardem de paixão
Incendeiam a noite, o tempo
E cegam sóis
Quando ardem de paixão
Incendeiam a noite, o tempo
E cegam sóis
Estrelas são as lágrimas dos anjos
A chorar
Por não terem o corpo e a vida
E não saberem o que é amar"
A chorar
Por não terem o corpo e a vida
E não saberem o que é amar"
Marcus Vianna)
Evento: O (Uni)verso Feminino em expansão
Oitava Coreografia: Lua
Composição coreografica: Marina Gouveia
Bailarina: Marina Gouveia
Supervisão: Miliane Tahira
Fotografia Adeloya Magnoni
A imagem arquetípica do Grande Feminino se encontra no âmago de todos nós, homens e mulheres na forma do inconsciente que é primordial. A lua no mapa representa essa imagem projetada.
(...)
A respeito da estrutura do arquétipo da “Grande Mãe” ou o Grande feminino e os símbolos individuais, Neumann explica que para compreendê-los temos que ampliar nossa observação, utilizando um grande número de ilustrações e aplicando a amplificação, que é um método da psicologia comparativa e morfológica, através do qual busca-se a interpretação de material análogo que advém das mais diversas áreas como: da história da religião, da pré-história, da arqueologia, da etnologia e aqui faremos através da sabedoria milenar da astrologia.
(A Lua Simbólica no Mapa Natal de Jung
Por Cláudia Rabelo - 26 de julho de 2017)
Oitava Coreografia: Lua
Composição coreografica: Marina Gouveia
Bailarina: Marina Gouveia
Supervisão: Miliane Tahira
Fotografia Adeloya Magnoni
A imagem arquetípica do Grande Feminino se encontra no âmago de todos nós, homens e mulheres na forma do inconsciente que é primordial. A lua no mapa representa essa imagem projetada.
(...)
A respeito da estrutura do arquétipo da “Grande Mãe” ou o Grande feminino e os símbolos individuais, Neumann explica que para compreendê-los temos que ampliar nossa observação, utilizando um grande número de ilustrações e aplicando a amplificação, que é um método da psicologia comparativa e morfológica, através do qual busca-se a interpretação de material análogo que advém das mais diversas áreas como: da história da religião, da pré-história, da arqueologia, da etnologia e aqui faremos através da sabedoria milenar da astrologia.
(A Lua Simbólica no Mapa Natal de Jung
Por Cláudia Rabelo - 26 de julho de 2017)
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